mae_babada

Sinto-me uma mãe babada AO QUADRADO, tragam-me um lenço...ou melhor, um lençol

Lilypie Baby Ticker
Lilypie Baby Ticker

sexta-feira, outubro 29, 2004

o bacio

Pela primeira vez
A BEATRIZ FEZ XI-XI NO BACIO
Hoje, dia 29, um dia depois de ter feito 17 meses.


mais 1 semana

Vou tirar a próxima semana de férias.

Não vou para lado nenhum, não é que não merecessemos, mas de facto só EU vou ter férias. Assim, fico por casa mesmo, organizando as coisas, descansando e passeando.

A azáfama das compras do Natal ...

e ainda tenho mais 1 semana de férias para gozar.


quinta-feira, outubro 28, 2004

Em casa, como em qualquer outra casa, há lugares que se podem mexer, outros nem por isso, e outros que são mesmo proibidos de se tocar.

A B. já tem consciência disso, tanto é que, quando é descoberta, a sua reacção é : pernas para que te quero....

E já é malandra....

Eu gostaria de saber o que é que vai na tua cabeçinha, quando vais à cozinha, e apanhas o papá e a mamã distraídos, ou parecerem que estão distraídos. Abres a gaveta do móvel da cozinha, sacas de lá uma pega, vais a correr para a sala...

...coisa boa não vai sair daí...

sorrateiramente, sentes-te sózinha, vais em direcção à estante de vidro, empurras a porta, e tiras um carrinho. Um daqueles carrinhos de colecção do papá. Enrolas o carrinho na pega, fechas a porta, como se nada fosse ou se tivesse passado. E lá vais tu, a correr para o teu quarto.

Sabes que é proibido mexer na estante. A estante está fechada é para não se mexer. Mas lá diz o ditado: o fruto proibido é o mais apetecido.

O que é que um pai ou uma mãe vai fazer nestas circunstâncias. Estou farta ou estamos fartos de dizer que não se mexe, que leva tau-tau, inclusivé já caí no erro de lhe dar uma palmada na mão. Ficou a olhar para mim, com um ar de quem não estava a perceber aquela brincadeira nova. Se lhe der uma sacudidela no rabo ela pensa que é a brincar. E de nada, mas mesmo nada, fá-la mover do acto dela, que é fazer o que quer e bem entende. Acabo sempre por dizer que não, pegá-la ao colo e afastá-la. Aí sim, ela entende, e começa a espernear , a bater com os pés no chão, furiosa. Chega mesma a bater-se, a ela própria. Claro que acaba por se magoar, e depois eu acabo também por lhe dar mimos por ver a aflição dela.

Já não chora pela raiva de não poder mexer no que quer, mas por se ter magoado.

Será que acontece o mesmo com os outros pais?
Que comportamento devemos ...ser duros...
que chatice

que MAÇADA!!!



quarta-feira, outubro 27, 2004

cantar

Ontem, depois do jantar é hora da Quinta das Celebridades.

Nós fazemos parte daquela classe, do povão, que perde tempo a ver como os outros se comportam perante determinadas situações.

Também não é só por isso, é que quando se acaba de jantar ás 9.30, e se tem uma pirralha super energética, em que fazemos questão de aproveitar todos os bocadinhos para estar com ela, não há lugar para programas demasiado complexos, como ver um filme ou notícias. Sim, porque o Jornal deNotícias tb é uma coisa muito rara por lá. Assim, vê-se mesmo a quinta das celebridades, porque é muito educativo. Temos porcos, burrinhos, patos, cães, cabras e vacas. Animais que a Beatriz adora, além de outras excentridades que em vez de ladrarem, ou de soltar nitridos, passam a vida a dizer: Que maçada!!!

Assim, as nossas noites semanais é mesmo aproveitar os bocadinhos que vão restando com a Beatriz, ao mesmo tempo que se deita um olhinho para a Quinta.

Ontem a B. decidiu cantar. A sua música preferida, e única, é uma que tem a seguinte letra:

ma-MÃ - pa-PÁ
ma-MÃ - pa-PÁ
pa-PÁ - ma - MÃ
pa-PÁ - ma - MÃ

o MÃ e o PÁ maiúsculo é quando ela dá um tom mais alto.

Esta canção já não é nova. MAs ontem, têve coreografia, pois à medida que ia cantando, acenava com os braços, para a esquerda e para a direita. Claro, que nos fartámo-nos de rir, acompanhando tb a letra.

E assim vão as nossas noitadas até ás 11 da noite, hora em que chega o Vitinho, que põe toda a gente na cama sem excepção.






terça-feira, outubro 26, 2004

coisas de mulheres

Acabei de coser a etiqueta duma gravata nova. No sábado, fui à giovanni g.i e lá comprámos umas peçinhas de roupa que o marido precisava. Uma delas foi uma gravata que estava na montra, mas que a senhora fez questão de trocar por uma igual, mas que estava na gaveta. As da montra, segundo disse, estão à mercê das mãos dos curiosos. Pois é... tanto cuidado, e quando chegámos à casa, para ver os presentinhos que levávamos para casa, lá estava a gravata com a etiqueta descosida. Resumindo e concluíndo, lá trouxe a gravata hoje, e num instante, 2 m o máximo, e pus a etiqueta no lugar.

Estas coisas femininas, dão uma trabalheira. Tb não posso obrigar o marido a fazer tudo, uma vez que tb há coisas que ele se oferece para fazer, como aspirar o meu próprio carro, fazer-me o pequeno almoço. Assim, eu fico com a árdua tarefa de coser as etiquetas das gravatas acabadinhas de comprar.

No sábado tb fui ao Outlet Alcochete, depois de deixarmos a B. em casa da avó com a tia. Realmente, aquilo não presta para nada, pelo menos daquela vez... ou são numeros para sacos de batata, ou para trinca-espinhas., ou são os tons que não têm... eu sei lá... QUE MAÇADA!!! é preciso ter azar... não encontrámos nem uma única peça de roupa que disséssemos : é isto.

Assim viémos embora e fomos para o Colombo, num sábado de tarde!!! Que bom... estava vazio... mas teve de ser. Não podia passar desse sábado. e comprámos tudo o que ele precisava.

A propósito, sei que isto não é nenhum leilão, mas tenho um T2 à venda ao melhor preço, do preço mínimo que são 140.000€. T2 sito na Póvoa de Santa Iria, com A/C e lareira, cozinha equipada, hidromassagem, e garagem privativa... não me esqueço de mais nada... Se alguém estiver interessado...


Ando a ver se consigo colocar aqui umas fotos da beatriz, já instalei o hello, mas realmente agora não sei como faça. Tenho de averiguar. Excusado será dizer que não fui eu que pus a outra foto da B.

A B. está engraçada, cada vez mais.

Se eu adorei aquela fase de bebé recém nascida, esta tb adoro. Apesar de ter saudades de quando ela era tão pequenininha. Esta fase é diferente. Já diz que não ás coisas que não quer, o pior é quando diz que não e depois abre a boca para comer. Giro. Estou a imaginá-la: «na-na... na-na»

Ela diz «na-na... na-na» porque eu tb o digo. Nunca reparei que dizia «na-na» em vez do «não» explicito. Talvez por não quer ser demasiado dura. No Sábado passado é que notei, pois a B. chegou-se ao armário para o abrir, e eu começei a olhar para ela, com ar sério, acabando por dizer «na-na... na-na» e a B. não faz mais nada, começou logo à acenar com a cabeça e a dizer «na-na... na-na», «tá-táu».
Agora começei a rectificar, digo mesmo NÃO... só não sei é se vou a tempo.






quinta-feira, outubro 21, 2004

A minha indignação.

Não posso ser nem ficar indiferente... SÒ NESTE PAIS!!!!!!



in PUBLICO, 21/10/2004

"
A Propósito de Marcelo Rebelo de Sousa... Quinta-feira, 21 de Outubro de 2004


Vem isto a propósito do caso do prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Nasci e tenho vivido num pequeno concelho (Pombal) do litoral-centro (distrito de Leiria). Não milito em nenhum grupo partidário. Sou um simples cidadão nascido seis anos antes do 25 de Abril de 1974. E como cidadão, ingénuo, a pensar que haveria liberdade de expressão e de opinião, criei em Julho passado um "blog" na Internet que pretendia ser um espaço de reflexão e de debate de ideias, com críticas construtivas sobre o que está a acontecer na minha terra. Nomeadamente sobre a actividade da respectiva câmara municipal e outras instituições.
Esse "blog", num espaço de dois meses, registou mais de 6.700 visitas, tendo sido comentado em grande número por outros cidadãos/munícipes. A respectiva autarquia, presidida pelo social-democrata eng. Narciso Mota, nunca usou o princípio do contraditório. Apesar de reconhecer que alguns dos temas abordados tinham a sua veracidade, alterando alguns procedimentos dando assim razão ao que por lá se escrevia.
Reconhecendo que o "blog" era incómodo para o poder (leia-se, câmara municipal), o senhor presidente entendeu que a melhor forma de usar o "contraditório" era acabar com o mesmo. Vai daí, entrou em contacto com a direcção/administração da empresa onde eu trabalhava e denunciou a sua existência, fazendo ver que o "blog" era "gerido" em horas de expediente.
A direcção da empresa, de imediato, e justificando que aquela situação lesava a relação institucional com a câmara municipal, até porque necessitava desta para legalizar algumas situações pendentes, despediu-me. Isto não argumentando com falta de profissionalismo ou de produtividade, mas sim porque o senhor presidente da câmara assim os contactou para o efeito. Esclareci a situação e comprometi-me a eliminar de imediato o "blog", o que foi feito e aceite.
Precisamente um mês depois, e com alguns encontros realizados entre o presidente da câmara e a direcção/administração da empresa pelo meio, fui novamente confrontado com o despedimento. E, perante duas opções - instauração de processo disciplinar ou demissão voluntária -, optei pela segunda.
Ou seja, a intervenção do senhor presidente da Câmara Municipal de Pombal neste processo é um facto. Tanto o é que um dos seus vereadores afirmou perante algumas pessoas que "já acabámos com o 'blog'".
Esta situação é notoriamente idêntica à que aconteceu com o prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Na sua proporção, obviamente. Mas com um senão - o meu futuro. Estou desempregado, com duas crianças de 20 meses para criar, casa e carro para pagar. E esposa também desempregada. E tanto mais que, ainda há dias, ouvi da boca de um eventual empregador: "reconheço que és a pessoa indicada para o meu projecto, mas quando o senhor presidente da câmara soubesse, caía o Carmo e a Trindade. E eu não quero ter problemas com esse senhor".
É triste que 30 anos depois de uma revolução ainda haja quem, de uma forma nojenta e vergonhosa, censure as vozes discordantes para que estas não expressem livremente as suas opiniões
Orlando Manuel Cardoso
Pombal

"

NO COMMENTS


quarta-feira, outubro 20, 2004

mudança de título: o código da chucha

O título do anterior post tem de ser : o código da chucha

Ontem quando chegámos a casa, dei com a B. no teste da chucha. Na noite anterior acabei por comprar duas chuchas diferentes. E, assim... vai de experimentar. Claro que ganhou a dela. Não é só por ser a dela porque ela tem muitas chuchas, são é todas do mesmo formato, à excepção daquelas que comprei ontem.

Eu até percebo o quanto é importante a chucha para o bebé, mas a pontos de fazer aquela birra toda. Bom, hoje para compensar, dormimos a noite toda. A B. portou-se lindamente.

O transito é que não ajuda. Estou deserta para mudar de casa. Já não posso com as filas enormes de trânsito. Estou saturada. Agora é que me sabia bem ter 3 semanas de férias em S. Miguel, ou na Terceira, longe da confusão diária.

A B. até agora está a aguentar, e não está a deixar a constipação entrar. Ainda bem. Continua bem disposta, a dar beijinhos a toda a gente, até nas molduras. Peço-lhe um beijinho, ela dá e sente-se na obrigação de correr toda a gente presente, a oferecer os seus bejinhos mimados. que fofa!!!

Excusado será dizer que continua teimosa. Mexer onde não deve é com ela: beber água do bidé, arrastar os tachos pela cozinha fora, coitados dos vizinhos de baixo, abrir as gavetas, abrir as garrafas do carrinho das bebidas, acender todas as luzes da casa... eu sei lá...


terça-feira, outubro 19, 2004

um bom filme: em busca da chucha

Hoje estou meio pedrada...

Várias razões para este meu pedranço. Uma dela, é que ontem, pela dez horas da noite tive de sair para ir à farmácia mais próxima comprar uma chucha de urgência. Acreditem ou não, mas até agora já comprei entre 6 a 8 chuchas. Não sei se o mesmo se passa com vocês, mas as chuchas desaparecem, entre viagens de casa - avó, avó - casa, entre fins-de-semana fora, lá vão elas desaparecendo. Assim, a meio da viagem de ontem para casa, lá me lembrei que não tinha trazido uma das chuchas da casa da avó. Confiante, pensei, bom... lá em casa ainda deve haver uma, deve estar a cor-de-rosa. Azar, cheguei a casa, nenhuma para amostra. Nenhuma, não! havia a chucha do primeiro mês dela. Super pequenininha.

Tentei com que a Beatriz se adaptasse a ela. Queria eu, que num espaço de meia hora, a miúda se adaptasse a uma chucha, velha, que nem ela, já se lembrava de como tinha sido pequenina para ter tal tamanho de chucha.
Saí. - farmácia de serviço... bom, lá encontrei. Por azar, era uma daquelas farmácias super velhas. Só tinham chuchas da NUK. Nenhuma parecida com as dela. Acabei por comprar sempre da AVENT. E agora, nem uma havia com o formato que ela mais gostava. Agarrei numa. Fui a correr para casa, na esperança que ela se adaptasse à chucha.

- Olá Beatriz, olha o que a ma-mã comprou....

olhou para a chucha, pô-la na boca para controlo de qualidade.

o resultado pareceu óbvio, nem 2 segundos tinha passado e já a chucha jazia no chão. Insisti.
Nada. Fomos fazer ó-ó... sacrifiquei-a. Não queria dormir, não queria a chucha. Chorava... pensei... caramba, umas vezes adormecesses sem a chucha, porque precisas dela neste momento. Choramingava. O choro começou a aumentar, a pontos de utilizar a estratégia dela, começa por tossir, engasga-se, e acaba por vomitar. Tudo vomitado. Muda lençóis. Foi boneca... pijama. Depois de tudo mudado, fomos fazer ó-ó. Agora mais calma, pensava eu que era desta que ela dormia.

Nada! o mesmo filme... chorou, toussiu e vomitou. Desta vez, tive cuidado. Fiz apontaria para o tapete do quarto, pelo menos não era preciso mudar os lençõis. Vencida, ou melhor vencidos... lá decidimos sair para ir a outra farmácia de serviço. Saímos à meia-noite, voltámos quase uma. título do filme: à procura da chucha...

Àquela hora, era impossível pensar em ir à casa dos meus pais buscar a chucha dela. Que vergonha... logo eu, esquecer-me da chucha da minha filha. Não... tenho de encontrar uma chucha que lhe sirva. Depois de andarmos 8 km, lá consegui uma farmácia de serviço. Só tinha chuchas da CHICCO. Lá trouxe uma, o mais parecido com a dela. MAs não igual.

Excusado será dizer, que a Beatriz, enquanto estava no carro, tudo parecia normal. dormia um sono profundo. De vez em quando tossia. Uma tosse, que fazia com que eu e o pai, olhássemos para os dois, e dissessemos: cheira-me a constipação.

Fomos para casa, mais calmos. Mas, ao mesmo tempo, ansiosos. A noite mal começava, e advinhava-se longa.

E assim foi.

A Beatriz dormiu comigo. O pai no outro quarto, do tipo de quarentena, para ver se não pegava a constipação à Beatriz. As vezes que acordámos durante a noite foram muitas. Tossia, deitava a chucha fora, chorava, sabia que a chucha não era a dela, dava-lhe colinho para consolá-la. Ouvia a respiração forte de quem não estava a respirar bem, e pensei... lá vai ela ficar outra vez doente... a noite foi longa. Eram 3 da manhã, e eu já pedia que fossem 7...

Hoje de manhã, lá ficou ela em casa da avó. O nariz está a pingar, portanto, trata-se duma constipação. O meu tb está. Ficámos as duas constipadas. Não é só o resultado de quem anda, em manga curta, à meia-noite à procura duma chucha pelas farmácias de serviço. È o resultado da gripe do pai, que chega agora a nós, logo às duas.

Moral da história:
a culpa é das farmácias que não vendem chuchas da AVENT.









segunda-feira, outubro 18, 2004

o código da vinci

Código Da Vinci, Dan Brown

Acabei de ler, 537 páginas em 6 dias. - Adoro enredos de suspense. Muito bom.

"Um novo mestre do suspense inteligente. Uma aventura empolgante e instigante."People Magazine


e a Igreja ? onde fica ela no meio disto tudo? igual a ela própria.







sexta-feira, outubro 15, 2004

UM SONHO MAU

Hoje dormi descansada até ás 6.30, hora em que o H. teve de se levantar. Para mim, dormir descansada inclui levantar-me sempre que a B. me chama para o biberon, seja 2/3 vezes.

Voltei a adormecer, depois de lhe dar o leite. Ficámos as duas na mesma cama.

Aquela hora e meia que estive deitada, adormeci profundamente. Imagens e diálogos invadiram a minha cabeça, nítidos como a água.

Passeávamos os 3, por umas ruas quaisquer. Não importa a onde, nem quando. A B ía no seu carrinho, com o seu vestido vermelho, ás bolinhas brancas. E Lá estávamos os 3, enquanto eu avançava um bocadinho, para ver algumas peças de roupa que se encontrava expostas. O H. afastou-se. Ao vê-lo afastado, e eu ligeiramente afastada estava, voltei-me para encontrá-la. Nada!!! os meus olhos não encontraram nada. A B. tinha desaparecido.

Lembro-me de procurar, procurei, gritei... ninguém tinha visto nada. Todos acenavam com a cabeça negativamente. De repente, vi-me num local do tipo supermercado do jumbo, a correr, para ver se a encontrava. Tarde demais. A B. tinha desaparecido. Angustiada, tentava dar um fim positivo ao sonho mau que me invadia a cabeça, mas a pressa de sair dele não me deixava. Lembro-me de enviar mails com a foto dela... e nada. Finalmente, pus um ponto final. Acordei e olhei, ali estava ela, serena e tranquilo num sono profundo.

Que merda de sonho.
Que merda de televisão que nos invade a cabeça com notícias horríveis.
Que merda de pais que fazem mal aos próprios filhos

Um dia feliz para todos.





quinta-feira, outubro 14, 2004

resultados

Depois de alguma investigação, fiquei surpreendida com as várias teorias que encontrei.

Uns defendem

«Some experts believe that sleeping with your children can promote healthy, independent, and secure individuals.» in http://bbs.babycenter.com/

outros

«Question: What are some disadvantages of sleep sharing? Answer: Sharing your bed with a wriggling, kicking, squirming baby takes some getting used to, and you may not sleep as well as you do when your baby sleeps alone. If your baby gets used to falling asleep next to you, he may have trouble sleeping when you leave him with a relative or babysitter.. (...)

... SharingSleep sharing — also called the family bed — refers to sleeping with your child in your bed. At one end of the opinion spectrum is the American Academy of Pediatrics, which claims that your baby will never learn to sleep well on his own if you let him sleep with you. At the other end is Dr. William Sears, a fervent sleep sharing advocate who thinks that both mother and child sleep best when nestled together (he does say that most children will want to leave the family bed sometime in the toddler years, though).

A conclusão fica aqui:

Whatever your opinion, do what feels right for you, your partner, and your child.


O que é preciso ter em conta, são as normas de segurança. Estas devem ser respeitadas em função do bebé. Mas isso fica à consciência de cada um.



Outra vez

Acordámos outra vez... 01.45, e lá estavas tu, a chamar por mim...

Só te dou miminho... será demais?

Tenho de resolver a situação, pois agora o facto de passares a dormir na nossa cama, não é solução.


quarta-feira, outubro 13, 2004

o nosso ritual

A vida alterou-se bastante estes ultimos meses. MAs foi para melhor. Apesar de já não estar habituada a ficar as noites alone.

Bom, agora tb é diferente, pois tenho a minha pequerrucha para me aquecer os pés.

Ontem, lá fomos as duas para casa, depois de jantarmos em casa dos avós e brincarmos com os primos. Fui tarde, na expectativa da Beatriz adormecer na viagem. A minha expectativa foi-se, pois a B. nem sequer fechou os olhos por um momento. Assim, acabei por chegar a casa, ás 10 e tal... dei-lhe o leite para que ela se aconchegasse. E tivémos as duas a tentar adormecer-nos.

Eram 10,40, e adormeceste profundamente. Levantei-me, peguei em ti, e lá fui por-te na tua caminha. Mas ás 02.44, lá decidiste tu acordar, choramingando.

Mais 240ml de leite, bebeste tudinho. MAs quem é que dizia que querias ficar na tua cama. Nem pensar "disseste" tu, pois mal te punha na caminha, abrias o berreiro. Cansada de te ouvir. Tens 16 meses, - e continuas com o mesmo ritual, leite + 4 horas + leite + 4 horas + leite, e levantar porque já é dia...

Já nem me chateio, nem insisto... dou-te mais um carinho, e lá vamos as duas para a minha cama. Hoje sem o papá, até durmo melhor com a tua companhia.

Depois, o telemóvel-despertador nem teve tempo para tocar, a Beatriz levantou-se, depois de se mexer, e remexer... de barriga para baixo, lá espetou o rabo, como faz sempre, fica de cócoras, e liberta um OLÁ alto e doce.

Um acordar mais ternurento não existe. e depois deste OLÁ, repetido intensamente, deixa um beijinho na nossa cara. Já não há lugar para ressentimentos de não se dormir muito, ou simplesmente seguido...

uhmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
minha fofinha....






quinta-feira, outubro 07, 2004

4 anos...

Hoje festejamos 4 anos que estamos juntos na mesma casa. Sim!!! na mesma casa, porque estamos juntos em pensamento há já 11 anos.

Quero repetir mais 4 anos de casamento... no mínimo.))))

Não deixo de ter receio! Só oiço dizer, fulano separou-se, já não estão juntos, etc etc...

Só espero que isso nunca me aconteça.


UM BRINDE A NÓS!!!!!!!!!




quarta-feira, outubro 06, 2004

Fim de semana espectacular.


Deu para relaxar, e pensar que hoje é Segunda-feira...

A Quinta é espectacular. Sossego.

A Beatriz adorou, brincou mais a sua amiga Joana, 1,5 mês mais velha. Claro que a Joana, sendo mais velha já tem uma personalidade mais vincada, morde, bate.

A Beatriz não está nem aí. Deixa-se morder, bater. Fica toda chateada de lhe tirarem os brinquedos que tem na mão, mas não faz nada. Apenas olha para nós, de olhos águados, como quem diz: Mã-mã faz alguma coisa... ela levou-me a vassora, e o patinho também... nem sequer posso ter a chucha na boca que ela tb me tira!!!

Não sou senhora de ter nada na mão, pensa ela com certeza.

Mas para o fim, já se notava uma alteração no comportamento da Beatriz, começou a gritar para sacudir a Joana. Chegou a levantar-lhe a mão e a tentar morder.

O mais engraçado é que quando levanta a mão e bate, logo de seguida olha para as suas mãozinhas, e diz... óhhhhhhhhhhhh.

È engraçado a alteração de comportamento da Beatriz, quando está sózinha mexe em tudo, entretêm-se sózinha, mesmo quando está com o primo, da mesma idade, não lhe liga nenhuma. Parece um terror.

Quando acompanhada por miúdos da mesma idade ou um pouco mais velhos, fica tímida, refugia-se mt na mãe. Detesta brincar sozinha. Parece uma anjinho. Sossegadinha!!!!!!!

Estranho...













diversos >
JúlioMachadoVaz